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domingo, 26 de setembro de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Mudernidades

A cada dia que passa eu fico mais impressionado com a forma com que a tecnologia muda a vida da gente. Tudo fica mais fácil, mais prático. O nosso dia a dia, nosso relacionamento com as pessoas. Por exemplo, antigamente se um homem quizesse arranjar uma companhia, alguém que te ouvisse, que te entendesse, teria de que ir até uma praça, um barzinho, achar a mulher, cantá-la, pagar uma cerveja, jogar aquele xaveco, pra depois quem sabe levá-la a um motel.
Hoje não. Tudo é mais rápido. O cara entra na internet, compra uma boneca inflável, divide em seis parcelas no cartão e pronto. Tá resolvido.
Mas esse negócio de tecnologia realmente é uma coisa incrível. Quer outro exemplo? A compra de um remédio. Antes era um saco, uma coisa complicada e estressante, mais ou menos assim. O sujeito chegava na farmácia e ia logo dizendo pro balconista:
- Amigo, me vê aí um Doril. Eu tô com uma dor de cabeça daquelas.
O cara ia lá, pegava o comprimido, dava ao comprador que perguntava.
- Quanto foi?
O balconista dizia:
-Dois reais
O cara tirava o dinheiro do bolso pagava, pegava o troco e ia pra casa.
Ou seja, uma experiência terrível!
Hoje em dia, não. Graças a tecnologia, tudo é muito mais dinâmico e rápido.
O sujeito chegava na farmácia:
- Amigo, me vê aí um Doril. Eu tô com uma dor de cabeça daquelas!
O balconista diz, procurando o preço na tela do computador:
- Um momentinho, deixa eu ver, doralgina, dorflex, dorival, doril...pronto. doril. Dois reais. Mas, a gente também tem um genérico que fica pela metade do preço. Um momentinho, deixa eu ver... diclofenato de paracetopotasiol....pronto. Vai pagar com cartão, cheque ou dinheiro?
- Cartão.
Daí o cara pega uma cesta que cabe um peru da Sadia, pôe uma cartelinha de Doril dentro, dá um cartãozinho e manda a gente pra fila do caixa. A gente vai pra fila. A moça do caixa pede a identidade da gente pra conferir. Passa o cartão uma vez.
- Só um minutinho porque o sistema tá lento hoje.
Volta a passar o cartão. Retira o recibozinho amarelo, dá uma via pra gente assinar. A gente assina, a moça lembra que a compra dá direito a um cupom da promoção "Dia dos Pais". A gente preenche o cupom, mesmo morrendo de saber que nunca seremos sorteados em p...de sorteio nenhum, depositamos na urna, recebemos a sacolinha com o remédio e, ufa!, saimos pela rua com uma estranha vontade de esganar o Bill Gates e o Steve Jobs.
domingo, 20 de junho de 2010
Advogado do diabo

E não é que pegaram o Galvão Bueno pra Cristo? Pois é, a campanha CALA BOCA GALVÃO (assim mesmo, sem artigo e sem vírgula) tomou conta do Brasil e do mundo, via internet e é capa da VEJA dessa semana. Mais um fenômeno,o maior no Brasil, até o momento, do Twitter, essa fantástica ferramenta que, assim como tudo na internet, serve pra tudo, inclusive pra nada.
Que o Galvão Bueno há muito tempo vem merecendo sarro geral da galera, isso merece. O cara se acha. Não bastasse narrar os jogos ou corridas de fórmula 1, afinal esta é a sua profissão,NARRADOR, ele ainda insiste em dar palpite (na opinião do próprio, 99,99% das vezes, correto) em tudo. Tudo, enfim, que cabe a Arnaldo César Coelho e Reginaldo Leme, estes sim COMENTARISTAS, comentar.
Mas com o Galvão, não. Com ele é diferente. A última palavra sobre se houve ou não impedimento é dele. E se o Arnaldo disser que sim ou não, ele sempre deixará a dúvida no ar. O parafuso da rebimboca da parafuseta do motor da Ferrari pifou? O Reginaldo pode até dar seu palpite, mas, com certeza, o veredito final ficará por conta de nosso mestre Gavião. E assim por diante.
É por essas e outras que, nada mais justo do que o assunto que bombou a internet nessa semana de início pífio e sem graça de Copa do Mundo.
Só que....e aí vamos nós embolar o meio de campo, essa campanha tá muito restrita pra meu gosto. Tal qual a o projeto Ficha Limpa que impede políticos com problemas na justiça de se candidatarem (nessa ou na próxima eleição, isso ainda está em discussão) eu vos pergunto: por que só o Galvão, pobre coitado, deveria calar a boca?
Se os nobres internautas com disposição e tempo pra essas e outras importantes campanhas midiáticas forem parar pra pensar, exite um bocado de outros movimentos pertinentes que poderiam ser feitos, como por exemplo:
DEIXA OS OUTROS FALAREM, FAUSTÃO.
MENOS, LULA, MENOS.
CALA A BOCA, VUVUZELA.
E, finalmente
CALA A BOCA, NETO, MILTON NEVES E TODOS OS COMENTARISTAS ESPORTIVOS DA BAND.
domingo, 13 de junho de 2010
Humor a primeira vista

Ontem fiz a minha primeira apresentação do que se pode realmente ser definido como stand up comedy, ou comédia em pé, como queiram. Na verdade foi apenas uma piada, não chegou a ser um show de stand up. Estava apresentando um evento e para quebrar o clima protocolar resolvi fazer um pequeno número. O tema, aliás, me é bastante familiar: careca.
Há alguns anos atrás tentei algo parecido, também num evento como o de ontem e não fiquei satisfeito com o resultado. Troquei frases, atropelei palavras, mas recebi alguns elogios. Talvez porque na ocasião haviam muitos amigos presentes.
Detalhe importante é que nessa época o gênero stand up ainda não havia estourado no Brasil via internet, tv e tudo mais. Portanto, eu não tinha nenhum modelo a ser seguido. Estava apenas tentando ser engraçado contando alguns casos, mas ainda perdido, sem um estilo definido.
Depois do boom do stand-up mudou tudo e após meses e meses assistindo os caras (infelizmente ainda só pela tv e pela internet) deu pra, digamos assim, pegar mais ou menos o jeito de fazer o troço.
Por isso, voltando ao primeiro parágrafo, posso dizer, com todo exagero que a pouca modéstia me permite nesse momento, que ontem foi um dia histórico.
Pude respirar, mecher os braços, interagir com a platéia (olha que incrível), agradecer no meio da piada (sim, houve aplausos tipicamente standupianos) e, por fim, fechar a apresentação.
Agora estou mais animado (precisa falar?), penso em trabalhar com mais afinco (que palavra antiga, não?) meus textos, tentar algumas outras apresentações em barzinhos, enfim, tô me achando. Tô feliz, pronto. É isso.
E, pra não deixar esse post mais egocêntrico, finalizo com uma dica bacana de um programa que estreou há pouco tempo no Multishow: “De cara limpa”, com Fernando Caruso (foto), um dos feras do novo humor brasileiro. Confiram aqui e se divirtam.
Um abraço.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Atualizando essa zorra aqui...!!!!

Estou eu aqui longe de casa numa lan house do interior (não sabia que os pernilongos também curtiam internet)pensando em que escrever pra, sei lá, dar uma satisfação aos meus ilustres leitores, a saber, minha esposa e meu primo cego e analfabeto que mora numa clinica para dependentes químicos...sinistro. Acabei de saber que mais um Menudo revelou sua homossexualidade. Grande novidade. E que o Bruno Mazzeo vai deixar de sair pra balada porque as colunas de fofocas deram a ele a fama de "pegador". Só porque foi visto dando uns amassos em moçoilas tipo, Fernanda Paes Leme. Tá certo, Bruno. Radicaliza mesmo. Se eu fosse você iria mais longe e deixava de gostar de mulheres. Principalmente do tipo da Fernanda Paes Leme. Feiosa.
Quem anda enchendo o saco também é essa briga via twitter dos fãs de Ivete e Cláudia Leite. Me remete à época de Emilinha Borba e Marlene (coisas que só ví graças aos Globo Repórteres da vida, viu, gente!)
Globo Repórter que, aliás, parece que nunca vai sair do tema "mistérios da amazônia/plantas que curam/alimentação saudável/brasileiros que sairam do nada e deram certo na vida..." Tem mais? Não. É só isso.
E a novela das oito? Deus me livre! Eu tenho é saudade da maresia de "Viver a vida", do sorriso largo do Miguel entrando em cena feito um mico leão no cio e da ranzinzice da sempre talentosa Natália do Valle. (a empregadinha da Babalu ficou devendo uma cena de biquine na piscina, tipo Juliana Paes, quando começou)
E o Lula? Que pôrra, afinal, o Lula quer se metendo na vida do Irã? É pra tirar onda de gente grande frente aos EUA? E aquela foto do Fidel Castro (com um jaleco da NIKE)!!! Antiimperialista? Onde?
E eu? Onde quero chegar com tantas indagações? Sei lá. Só que queria atualizar meu blog, afinal, o último post foi sobre, pasmem, o Big Brother.
Preciso me atualizar, meus queridos. Amanhã, talvez tenha saco pra falar sobre o doce, alegre e saltitante Dunga. Tô falando do anão da Branca de Neve, óbvio.
Se-fui-me!
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Bebês (dedicado à minha filha Alice)

Eu não sei se vocês sabem, mas eu sou pai há precisamente um ano, trinta dias, doze horas, cinco minutos e quarenta segundos. E ser pai pela primeira vez é uma experiência muito bacana. Eu sempre tive vontade de ter filho, sabe? Sempre me imaginei chegando em casa, depois de um dia estressante de trabalho e encontrar aquela criaturinha linda de braços abertos pra mim. E, claro, dizendo aquelas coisas que todo pai e mãe babões dizem quando amam muito seus filhos: “cadê a cosa mais buita di papai? Cadê. Cadê o suizo mais buito”. Não é assim? Todo pai e mãe é assim.
Pois é, mas aí uma coisa me chateou outro dia. Eu tava lendo uma reportagem onde dizia que agora os psicólogos e pedagogos depois de muito estudarem chegaram a conclusão que o melhor a fazer para o desenvolvimento psicológico dos nossos bebês é evitar tipo de tratamento. Não se pode mais falar, por exemplo “dedêla”. Tem de ser mamadeira! Eu achei um absurdo. Perdeu a graça totalmente. Daí eu fico imaginando, por exemplo, quando minha filha – bate na madeira – tiver doentinha. Ao invés de dizer
“ô mô dêuzo, pai. Ta dodói, tá? Ta guipada? Ta efiada? Papai vai na amácia compá emédio pá bebê sará, ta?”
Eu vou dizer
“sinto que minha pequena primogênita está um tanto quanto enferma. Vou encaminhá-la com a máxima urgência à uma Drogaria para que seja medicada com antibiótico necessário e, casos os sintomas persistam, chamaremos um médico”
Ou então, na hora da papinha, aliás, na hora das refeições. Ao invés de dizer
“ó o aviãozinho com a papinha de bebê! Ta gotôzo, huuuummmm, bebê vai papá tudo pá kessê, ficá fóte”
Eu vou ser obrigado a dizer
“Pequena primogênita. Repare nessa colher. Contém todas as vitaminas e os nutrientes essenciais para que você se desenvolva orgânica e fisicamente da maneira mais apropriada possível.”
terça-feira, 20 de maio de 2008
sexta-feira, 18 de abril de 2008
PRA FRENTE, BRASIL!!
quarta-feira, 12 de março de 2008
Os óculos do meu chefe
categoria C (de crônicas)Um dia ainda eu vou usar os óculos do meu chefe. Talvez você ainda não tenha se dado conta, mas os óculos dos chefes são muito diferentes dos óculos de quem não é chefe. Eles são fabricados com uma lente especial: a bi fuck-all. Através dela, os chefes conseguem enxergar tudo azul, lindo e maravilhoso, onde nós, pobres mortais, só enxergamos merda pura. Com eles você consegue ver uma gota d’água fácil de enxugar, onde já está tudo inundado faz tempo.
Mas um dia eu ainda vou ter um par de lentes desses. Ah, se vou! Nem que para isso eu precise pedir pra um deputado amigo do meu pai fazer alguma armação.
E no dia em que eu conseguir isso. No dia em que eu conseguir usar os óculos do meu chefe, sabem o que vai acontecer? Eu, também, vou ter o privilégio de achar que tudo, mas tudo mesmo, é fácil (desde que não seja eu quem precise fazer). Por exemplo: chupar cana, plantar bananeira e assoviar o hino do Japão (de trás pra frente) vai ser moleza! Beijar o cotovelo, pulando com uma perna só, e dançando a dança do créu então, é como tirar doce da boca de uma criança.
Por que, é como diz o ditado: “o que os óculos do chefe vêem os ombros do peão não sentem”. Porque eles vêem tudo, pura e simplesmente, muuuuito fácil de fazer. Afinal de contas, diferentemente do seu subordinado, que é obrigado a por o trabalho em primeiro lugar e, portanto, tem pouco tempo para resolver seus problemas pessoais, todo chefe – viva a ciência moderna! – tem um clone em casa.
E, enquanto
seu clone resolve todos os seus problemas em casa, sobra tempo para ele, por exemplo, insistir com seus subordinados que, pensando bem, com um jeitinho, dá para enxugar gelo, tirar leite de pedra, e por aí vai. Sim, porque para ele há tempo e jeito pra tudo (desde que não seja ele quem precise fazer tudo, claro).
Quer outro exemplo de como todo chefe tem sempre um clone gordo em casa pra quebrar um galho de vez em quando? O chefe não gripa, não tem dor de barriga, cabeça, enfim, tem pavor de atestado médico. O filho do chefe também não adoece. E, se adoece, tem o pobre do clone para levá-lo ao hospital. A mulher do chefe, idem. Se for para levá-la a um restaurante, a uma festa ou até mesmo no motel, lá está o clone, sempre pronto pra tudo. Porque o chefe certamente estará ocupado demais limpando os óculos.
Peraí, eu disse motel?
Quer saber? Os óculos do chefe eu até posso usar algum dia, mas quanto ao clone, meu amigo, eu o dispenso solenemente.
Mas um dia eu ainda vou ter um par de lentes desses. Ah, se vou! Nem que para isso eu precise pedir pra um deputado amigo do meu pai fazer alguma armação.
E no dia em que eu conseguir isso. No dia em que eu conseguir usar os óculos do meu chefe, sabem o que vai acontecer? Eu, também, vou ter o privilégio de achar que tudo, mas tudo mesmo, é fácil (desde que não seja eu quem precise fazer). Por exemplo: chupar cana, plantar bananeira e assoviar o hino do Japão (de trás pra frente) vai ser moleza! Beijar o cotovelo, pulando com uma perna só, e dançando a dança do créu então, é como tirar doce da boca de uma criança.
Por que, é como diz o ditado: “o que os óculos do chefe vêem os ombros do peão não sentem”. Porque eles vêem tudo, pura e simplesmente, muuuuito fácil de fazer. Afinal de contas, diferentemente do seu subordinado, que é obrigado a por o trabalho em primeiro lugar e, portanto, tem pouco tempo para resolver seus problemas pessoais, todo chefe – viva a ciência moderna! – tem um clone em casa.
E, enquanto
seu clone resolve todos os seus problemas em casa, sobra tempo para ele, por exemplo, insistir com seus subordinados que, pensando bem, com um jeitinho, dá para enxugar gelo, tirar leite de pedra, e por aí vai. Sim, porque para ele há tempo e jeito pra tudo (desde que não seja ele quem precise fazer tudo, claro).
Quer outro exemplo de como todo chefe tem sempre um clone gordo em casa pra quebrar um galho de vez em quando? O chefe não gripa, não tem dor de barriga, cabeça, enfim, tem pavor de atestado médico. O filho do chefe também não adoece. E, se adoece, tem o pobre do clone para levá-lo ao hospital. A mulher do chefe, idem. Se for para levá-la a um restaurante, a uma festa ou até mesmo no motel, lá está o clone, sempre pronto pra tudo. Porque o chefe certamente estará ocupado demais limpando os óculos.
Peraí, eu disse motel?
Quer saber? Os óculos do chefe eu até posso usar algum dia, mas quanto ao clone, meu amigo, eu o dispenso solenemente.
domingo, 11 de novembro de 2007
CONVERSA DE SEGUNDA

O fenômeno (e não se trata aqui do Ronaldinho) sempre ocorre às segundas-feiras, o dia internacional da preguiça: eles chegam de mansinho como quem não querem nada (e no início desse dia realmente ninguém quer nada com a voz do Brasil), se aquecendo, alongando músculos e neurônios para mais uma semana de labuta. Estão ainda meio sonolentos, alguns com um bafo que nem a versão mais atualizada do Aurélio saberia definir. Outros nem tanto.
E chegam assim, repetindo sem exaustão, semana após semana, suas velhas e eternas novidades refletidas em frases, comentários e lembranças que certamente são comuns numa segunda feira pela manhã em qualquer escritório, banco, prefeitura, loja, enfim, se é segunda-feira não dá pra assinar o cartão de ponto sem antes passar a limpo o fim de semana.
- Olha o Botafogo de noooooovo! Vai morrer na práia.
- Ontem pela manhã fui à igreja com a mulher e os meninos.
- Ah, não! Não me lembra disso hoje não, pelo amor de Deus!
- E o pastor Ezequiel melhorou?
- Que chocolate, hêin? 5 a 0?
- Que nada, continua rouco o coitado, ninguém entendeu nada do sermão. Mas é o pastor Ezequiel, né? Comoveu todo mundo. Até eu chorei!
- E aí? Saiu de lá ontem a que horas?
- A partir de hoje eu só escovo os dentes com a tampa do vaso fechada.
- Rapaz, nem te conto. Depois daquela hora ainda tomei mais 06 geladas com umas "neguinha" que apareceram por lá, fora a saideira, a caideira e a do Jair.
- O que é que tem haver a sua boca com a boca do vaso sanitário?
- E o Faustão, véi? Cê viu o cara botando fogo pelo nariz, plantando bananeira e imitando o Elvis Presley ao mesmo tempo?
- Apareceu no Fantástico. Dizem que os coliformes fecais se alojam nas escovas de dente.
- Eu tava vendo o jogo no outro canal.
- Cadê o Mengão, cadê?
- Ah, não. Mais um pra encher o saco?
- E o seu Fiasco da Gama que empatou com o Taquarense de Batatais?
- "Boa tarde", seu Amarildo, isso são horas de chegar ao trabalho?
- Empatou mas não perdeu de 5 a 0 pro XV de Jaguariuna.
- E no sábado a tarde?
- Boa tarde, não, chefinho. No meu relógio são 07:59. Tô adiantado um minuto.
- Meu cunhado passou lá em casa, a gente assou uma carninha, eu, ele, ali mesmo na calçada do Bar do Zelão, abrimos o fundo do carro dele e só rolou a pagodeira.
- No meu já são oito e cinco, cambada. Chega de conversa e vamo trabalhar!!!!
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